POLÊMICA! Julgamento que pode tornar Lívia de Chiquinho inelegível é adiado pela Câmara de Araruama

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Araruama (RJ), 30 de setembro de 2025 — A sessão da Câmara Municipal de Araruama que levaria à votação do parecer do Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ) sobre as contas da ex-prefeita Lívia de Chiquinho foi adiada nesta terça-feira. A decisão, anunciada pela Mesa Diretora, remarcou a deliberação para o 9 de outubro de 2025 — gerando novo capítulo em uma disputa que já ocupa as atenções da política local.

O que está em julgamento

Em agosto, o TCE-RJ emitiu parecer pela rejeição das contas referentes ao exercício de 2023 da então prefeita, apontando irregularidades fiscais e administrativas que, se confirmadas pela Câmara, podem levar à inelegibilidade por até oito anos, conforme a legislação vigente. O relatório técnico foi encaminhado ao Legislativo municipal para apreciação e votação.

Por que o adiamento?

Segundo registros divulgados em redes sociais e levantamentos locais, a Mesa da Câmara decidiu postergar a votação para que a defesa da ex-prefeita tenha mais tempo para apresentar argumentos e documentos. Parlamentares citaram a necessidade de garantir ampla defesa e evitar decisões precipitadas — posicionamento que alimenta tanto críticas quanto elogios entre diferentes setores da cidade.

O peso da decisão e o processo legislativo

Mesmo com o parecer do TCE, a decisão final depende do Plenário da Câmara. Para que a rejeição seja mantida, é necessário o voto de pelo menos dois terços dos vereadores (12 dos 17), segundo as regras aplicáveis ao caso. Caso a Câmara confirme a reprovação, a aplicação da Lei da Ficha Limpa poderá impedir a ex-prefeita de disputar eleições por um período determinado.

Contexto e antecedentes

A controvérsia não é isolada. O caso remete a uma série de processos e decisões que envolvem a gestão municipal e figuras públicas locais — inclusive com o histórico de inelegibilidade já imposto ao ex-prefeito Chiquinho da Educação, que enfrentou sanções semelhantes no passado. Essas referências reforçam o caráter político e jurídico sensível da votação que agora foi adiada.

Reações e clima político

Nas praças públicas e redes sociais, a notícia provocou debates acalorados: há quem defenda que o adiamento é uma prerrogativa necessária à defesa técnica; outros enxergam manobra protelatória. Líderes partidários, militantes e cidadãos acompanham com atenção, pois o resultado pode alterar o cenário eleitoral local e influenciar alianças políticas nos próximos meses. (Fontes diversas e postagens locais).

O que vem a seguir

A sessão marcada para 9 de outubro tende a ser uma das mais disputadas da atual legislatura municipal. As comissões internas — especialmente Constituição e Justiça e Orçamento e Finanças — deverão concluir suas análises para que o relatório seja levado a plenário. Até lá, a expectativa é de que a defesa apresente documentos e que a mobilização política se intensifique.


Atenção: Esta matéria reúne informações oficiais do Tribunal de Contas e apurações jornalísticas de veículos locais, além de registros públicos e postagens nas redes sociais sobre o adiamento. A situação continua em desenvolvimento; acompanhe atualizações e documentos oficiais nos canais da Câmara Municipal de Araruama e nos portais de notícias.

Para acompanhar o desdobrar desse caso e outras notícias locais, siga o Portal Conexão Laguna.

A pergunta que fica é: por que o julgamento foi adiado?

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